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Saudade nas águas da fronteira

18/09/2011

Um mundo de água,
Tanta água nesse pequeno mundo
Um tanto de mágoa
Tão viva e árdua no teu seio profundo

A saudade de uma cadeira vazia
O luto no negro do café, para ninguém
No brihlo do sorriso melancolia
Realidade seca da fé dos que ainda a têm

A força dos anos nos arrastam
Sem considerar as lembranças mais lindas
Até que à terra nos devolvam
E fica um cheiro, uma falta, jamais findas

E essas águas clálidas
São as lágrimas infinitas dos te tiveram
No vento das manhãs pálidas
Surrua tua voz e eles sempre te ouvirão

De quem paritu assim
Fica o amor mais lindo chorando calado
Mas ele partiu, enfim
Um grande homem, para sempre amado

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