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Morena de Prata

23/11/2010

Infinitos mistérios sobre essas trevas
Quais segredos submersos nesse mar a meia noite
O amanhecer será um rasgo de lua nesse olhar
E nestas curvas perder o centro de gravidade

Morena, me mata, maquiavélico movimento atômico
Mulata de prata, psicodélica ondulatória do quadril
Ah, morena, minha pequena, quem dera amanhecer-te
Que sá desvendar esta intrínseca sensualidade

Desatino na utopia de saber d’onde vem teu encanto
Há quem diga que é do negro prata, brilho de chocolate
Há quem diga que da beleza grega, Afrodite latina, mulata
Há ainda quem, simploriamente afirme, é o olha impiedoso

Me diz, morena, qual teu caminho, que eu mando azulejar
Me diz quais são teus perfumes, que quero embriagar
Me deixa, morena, sonhar com tuas curvas na mão
Só não maltrata morena, com essa boca molhada

É a cor do pecado, hoje é mais fácil de entender
Pensando que se passa, vendo o passo primoroso
Morena, tu ainda me mata com esse charme glorioso
Alma do samba, rebola sem ao menos mecher
Mata morena! É assim que eu quero morrer

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2 Comentários leave one →
  1. O'hanna permalink
    26/11/2010 14:27

    Quando li o poema,pensei que tivessi sido escrito por Alçeu Valença,pela tamanha devoção ás morenas.Mais em fim,è do kaioo ;D
    Lindissimo,uma pitada de pimenta,um sabor de doce-de-leite,e uma sensualidade encrivel a tal morenaaa ;D
    lindoo

  2. Alana Soares permalink
    24/11/2010 00:30

    AMEIII,EIITA QUE ESSA MORENA TEM O PODER….KKKKKKKKKKKK’

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